Sendo aleatória

ou Seis coisas que gostaria de fazer e ainda não fiz.


Os itens desse meme deveriam ser simples, mas eu não consegui deixar completamente de lado as coisas que mais quero fazer. O resultado foi uma lista de seis (quase oito, mas eu fui muito forte e cortei dois itens importantíssimos) coisas que eu não posso deixar de fazer, entre elas objetivos grandiosos ou puramente consumistas. Lista essa que eu adorei fazer porque eu adoro memes (apesar de estar atrasada com todos eles, desculpem, Máfia <3).
1. Conhecer a América do Sul inteira
Porque é claro que eu quero viajar o mundo todo, fazer uma road trip, um mochilão e tudo isso que já falaram. Mas se tem uma coisa que não posso deixar de fazer é ir andando pela América do Sul, conhecendo e entendendo a nossa história, ouvindo sobre a vida das pessoas, aprendendo quem nós somos de verdade. Eu sei, bem nerd, bem Diários de Motocicleta  (quero viver metade da minha vida nesse filme), bem utópico. Mas eu quero e ponto.
2. Falar Italiano
 
Desde que eu conheci a sensação de poder falar outra língua, entendi o quanto isso tem a ver comigo. Entre todos os idiomas que existem, entretanto, é pelo italiano que o meu coração bate mais forte. Aliás, tudo a ver com a Itália faz meu coração bater mais forte, mas isso é assunto pra outro post. O fato é que contrariando a primeira e principal lição que aprendi na minha querida e finada faculdade de Letras (não existe idioma bonito ou feio, fácil ou difícil, melhor ou pior…got it), eu acho o Italiano lindo de morrer, de se derreter, de sair por aí falando com qualquer estranho na rua só pra poder usá-lo. Infelizmente, no semestre que vem tenho que começar o Francês (línguas obrigatórias em determinadas profissões, you suck), mas meu Italiano vai ficar me esperando até que eu possa me dedicar totalmente a ele.

3. Comprar o box completo de pelo menos uma série
Quem leu meu post passado, sabe que eu sou uma relapsa com séries. Mas isso não impede que eu seja apaixonada por elas. Eu passo horas no site da saraiva pesquisando preços e depois passo mais algumas horas tentando convencer minha mãe a comprar pra mim. Um dia eu vou conseguir, aí vou poder ver e rever a série inteirinha sem maiores preguiças.
4. Ir na Ponte Milvio, em Roma
Tudo começou quando eu li Três Metros acima do Céu. Provavelmente você também leu (e se não leu, O QUE TÁ ESPERANDO?). A história da Ponte Milvio acontece na continuação desse livro, que foi lançada em português somente esse ano, motivo pelo qual eu ainda não li. O fato é que desde Três Metros, há muitos e muitos anos, eu me apaixonei pela história e procurei tudo sobre a continuação. Foi aí que eu descobri que por causa do livro, os casais começaram a colocar cadeados em um poste que ficava na Ponte Milvio e jogar a chave no rio Tibre (na verdade é um hábito antigo, mas com a história a coisa aflorou e tal). Quando eu estava em Londres, passei pela Millenium Bridge e tirei uma foto idiota que os Pottermaníacos entendem e percebi alguns cadeanos nela. Olhei, meus olhinhos brilharam e fiquei o dia todo contando a história pro meu amigo. Aí ele saiu de Londres e foi pra França (ryco e phyno), achou uma ponte com MUITOS cadeados, todos muito lindos e tirou uma foto do nosso ETzinho lá (ET esse que segue os passos do Anão da Amelie). Desde então, eu tenho certeza que não posso morrer antes de conhecer a ponte original, que deve ser ainda mais incrível. E ah, vai entender essas românticas incorrigíveis.
5. Lotar um passaporte
Sim, voltamos às viagens (porque eu faço Relações Internacionais, né. Dêem um desconto). Quando eu imagino minha vida, tenho certeza que ela tem que ser na estrada. A primeira vez que usei meu passaporte (e única, infelizmente) foi emocionante demais. Foi aí que eu aprendi o que é aquela tão famosa sensação de “estar exatamente onde eu queria”. Só Deus sabe como deve ser olhar o próprio passaporte e ver que lotou, que você rodou o mundo. EU QUERO. DEMAIS.

6. Ter pra onde voltar
Se tem uma coisa que eu aprendi esse ano, é que nenhuma viagem é completa se você não tem pra onde e pra quem voltar. Raízes existem e eu quero cultivar as minhas. É claro que ainda não estou cem por cento decidida sobre família, casamento, filhos etc. Mas quanto mais o tempo passa, mas eu acho que depois, bem depois, é assim que eu vou estar.
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