De frente com Gabi ou Um meme deveras interessante

A Gabi me indicou pra esse meme, que vem a ser o primeiro da minha vida. Como eu gosto de ser entrevistada, apesar de nunca ter sido, fui obrigada por mim mesma a fazer esse trocadilho infame do título. Porque afinal de contas, todos amamos Marília Gabriela, e eu particularmente também sou fã da Srta. Petrucci. Então, mãos à obra:

1 – Qual é para você o cúmulo da miséria?
A miséria sentimental ou a intelectual quando a pessoa tem todas as condições de melhorar seus sentimentos ou seu nível de escolaridade. Ou seja, quem quer ser ignorante ou frio e egoísta.

2 – Onde gostaria de viver?
Adoro a ideia de viver cada hora em um lugar diferente. Mas como isso ainda não é possível com o meu baixíssimo orçamento de adolescente-carioca-suburbana, atualmente algum lugar próximo das minhas futuras faculdades e com uma janela onde as borboletas voem e onde eu possa cantarolar Realejo d’o Teatro Mágico. Bem poético, eu sei.

3 – Qual o seu ideal de felicidade terrestre?
Não acredito em ideal de felicidade porque acho que ela vem e vai. Mas acho que não poderia estar mais feliz aqui na Terra se estivesse escrevendo e conseguindo ficar perto das pessoas que são importantes pra mim.

4 – Quais as faltas que merecem sua indulgência?
As que não possuem uma má-intenção por trás.

5 – Qualidade que prefere no homem
Odeio homens fofoqueiros e rasos. Ou seja, a qualidade é o oposto disso.

6 – Qualidade que prefere na mulher
Inteligência. E eu não estou falando de saber achar o valor de X ou explicar todas as etapas da Revolução Francesa.

7 – Porque personagem da literatura se apaixonaria?
Michael Moscovitz da série O Diário da Princesa de Meg Cabot. Eu sei que ele não existe e que nenhum homem jamais será ao menos parecido com ele, mas fazer o que se ele foi o príncipe da minha pré-adolescência? Além dele, Step de Três metros acima do Céu. Porque ninguém resiste a um bad boy apaixonado em uma motocicleta falando italiano.

8 – Qual o seu palavrão preferido?
Hum, eu sou desbocada demais. Eu falo todos os palavrões que existem em uma quantidade um pouco elevada. Mas diria que o ‘porra’ se tornou o mais frequente. E o ‘foda-se’ tem seu valor, porque algumas pessoas merecem ouvi-lo.

9 – Qual seria para você a maior desgraça?
Morrer sem ter feito algo realmente bom na vida. Ou viver sabendo que não estou fazendo nada realmente bom e nem estou tentando.

10 – Como gostaria de morrer?
Depois de ter feito tudo que eu quero, eu aceito morrer de qualquer maneira. Mas se puder ser indolor… Como diria House, você pode viver com dignidade, mas não morrer com dignidade. Nunca há dignidade na morte.

Não sou boa em indicações, então vou indicar só pra Natália porque quero ver as respostas dela.

Anúncios